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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Chuck Norris pede que cristãos votem nas eleições americanas “por Deus e pelo país”

Ator acredita que voto dos cristãos pode impedir reeleição de Obama
 


O ator Chuck Norris ficou famoso pelos seus filmes de ação. Mas ele e sua esposa, Gena, também estão envolvidos em questões políticas. Em meio a campanha presidencial desse ano, ele gravou um vídeo onde apela especificamente aos cristãos.
“Estamos aqui para falar de uma crescente preocupação que todos compartilhamos”, explica Chuck no vídeo. “Se olharmos para a história, nosso grande país e a liberdade estão sob ataque. Estamos em uma encruzilhada e, muito possivelmente, nosso país como o conhecemos pode se perder para sempre se não mudarmos o curso que o país está seguindo”.
Sua esposa Gena adverte que a apatia dos eleitores evangélicos em 2008 poderia ter contribuído para mudar o resultado.
“Chuck e eu nos perguntamos o que podemos fazer para ajudar a apoiar este grande país abençoado e como podemos incentivar nossos irmãos norte-americanos a se unirem e fazer com que sua voz seja ouvida”, disse ela. “Estima-se que na eleição de 2008, 30 milhões de cristãos evangélicos ficaram em casa no dia da votação e Obama venceu a eleição por 10 milhões de votos”.
Chuck não cita o nome de Mitt Romney, que é mórmon, mas adverte os cristãos sobre o custo de não fazer nada, a nação parece “seguir o caminho do socialismo ou algo muito pior”, algo que, segundo ele, pode não haver retorno. Ele conclui o anúncio encorajando os americanos a cerrar fileiras e defender a nação “por Deus e pelo país”.
Faixa-preta em artes marciais, Chuck Norris atualmente está em cartaz no filme “Os Mercenários 2” e continua ativo em sua fundação, a KICKSTART KIDS. Desde 1992, ele lançou um programa de esportes com ênfase nas artes marciais que ensina responsabilidade e caráter, enquanto oferece aos estudantes do ensino médio as ferramentas e o suporte necessário para que se mantenham longe das gangues, das drogas e busquem o sucesso acadêmico além de se tornarem membros produtivos de nossas comunidades.
A fundação atende mais de 7.000 crianças por dia e já formou cerca de 70.000 alunos, ajudando muitos a irem para a faculdade.

Personagem evangélica de Avenida Brasil causa revolta em cena de nudez

Novela da rede Globo exibe personagem semi-nua e constrange evangélicos
 

A Rede Globo exibiu nesta sexta-feira (01) um episódio da novela “Avenida Brasil” que provocou a indignação dos evangélicos. A atriz Paula Burlamaqui, que faz o papel de uma ex-atriz pornô que se torna evangélica, Dolores, tirou a roupa em frente ao seu ex-marido, Diógenes, para provar que mudou, e acaba sendo atacada por ele. Com a frase “tá amarrado” a personagem mantém relações com o ex.
As opiniões nas redes sociais foram diversas, mas a grande maioria concorda que ouve um desrespeito por parte da emissora. Para a psicóloga Marisa Lobo o objetivo da novela é “ridicularizar os cristãos” e “desconstruir a ideia de Deus, a imagem do cristão, principalmente o evangélico, por medo do nosso crescimento, político social (sic)”.
“A mídia tem poder de alienação, sugestão psicológica, ela induz ao erro, implanta ideias falsas na sociedade, invertem valores. Temos que protestar, sem medo de desagradar à mídia, pois daqui a pouco nós teremos vergonha de dizer que somos evangélicos. Grande maioria dos que comandam as mídias, se acham deuses, e como tal, odeiam nosso Deus. Querem destruir seus seguidores (sic)”, comentou a psicóloga em sua página no Twitter.
Para o escritor Ciro Zibordi, autor de diversos livros apologéticos, é um “Festival de Desrespeito aos evangélicos na tela da Rede Globo. Somente os incautos aplaudem o Festival Promessas”, comentou o pastor.
“Realmente foi muito ofensivo o deboche aos evangélicos hoje pela Globo. Pode ter certeza que brincar com DEUS terá o seu preço… De que adianta fazer festivalzinho, dar espaço eventual, se no conjunto da opera é essa constante depreciação dos evangélicos (sic)”, comentou o deputado Eduardo Cunha.
Para Eduardo Cunha os evangélicos deveriam deixar de assistir as transmissões da emissora.
Leonardo Gonçalves, do blog “Púlpito Cristão” criticou a Rede Globo e disse que a emissora quer apenas o dinheiro dos crentes.
“Dos crentes, a Globo só quer a grana. Além de maluca, a ‘irmã’ da novela é tarada”, comentou.
Já o cantor Regis Danese que participou do “Festival Promessas” em 2011 disse não estar preocupado com a transmissão da Globo. “No momento não estou preocupado com isso, pois não assisto novela, to ligado no trono”, escreveu em seu microblog.
Quando a personagem foi divulgada, Paula Burlamaqui comentou que sua participação seria polêmica, ela vai tentar esconder seu passado. “Eu vou chegar à cidade escondendo meu passado. Adoro personagens polêmicos”, disse ela.
Para o autor, o sucesso da novela se deve, principalmente, ao trabalho das três atrizes. “Adriana Esteves, Débora Falabella e Ísis Valverde abriram mão de qualquer pudor para dar vida a essas personagens tão dúbias em relação à ética. Por isso deu tão certo”, explicou ele em entrevista a revista Época.
Não é a primeira vez que a emissora faz uma personagem evangélica com personalidade duvidosa.
        Novela da rede Globo exibe personagem semi-nua e constrange evangélicos

Evangélico, autor da canção “Lê Lê Lê” diz enfrentar preconceito no meio gospel



Anderson Barony tem uma carreira gospel conhecida, tendo a canção “Barrabás” como um de seus maiores sucessos. O que ninguém sabia é que o cantor evangélico é um dos autores da música “Lê Lê Lê” interpretada pela dupla João Neto & Frederico.
Em entrevista ao site G1, Barony conta como surgiu a letra dessa música que está estourada nas rádios de todo o Brasil, canção que ele assina em conjunto com outros dois compositores Raynner Sousa e Adrian.
“Comecei a música com o Adrian e o Raynner chegou querendo algo forte no refrão. Testamos palavras e expressões até que falei ‘leriado’, jargão muito usado no Nordeste [com significado semelhante a "conversa mole"], termo bastante usado pelo humorista Mução. Do ‘leriado’ surgiu o ‘lê lê lê’”, conta Anderson.
O interprete de “Barrabás” diz ao jornalista do G1 que não é fácil transitar entre o mercado gospel e o secular e afirma que há preconceito. “Tive dificuldade. É complicado explicar para as pessoas que você canta gospel e sertanejo. No gospel há um preconceito. Nunca me falaram nada diretamente, mas não sei o que dizem nos bastidores”.
Adrian, que também assina a composição, é cantor evangélico, ele faz parte há mais de dez anos da dupla Zé Marco e Adriano, uma dupla sertaneja que tem mais de dez discos gravados.

Uma Pergunta: Qual a Religião de Dilma?

 
Em campanha pelo Planalto, a candidata do PT, Dilma Rousseff, reformulou radicalmente o discurso sobre sua fé em um intervalo de três meses.

Desde que disse em fevereiro deste ano que não tinha religião específica, a petista concedeu várias entrevistas nas quais aborda o tema e, na mais recente, publicada pela revista "IstoÉ" desta semana, se disse "antes de tudo, cristã. Num segundo momento, católica".

A transformação é ainda maior se levado em conta o período que precede sua pré-candidatura. Na sabatina feita pela Folha, em 2007, a então ministra da Casa Civil foi questionada sobre acreditar em Deus e ser religiosa. "Eu me equilibro nesta questão. Será que há? Será que não há?", ponderou.

Neste ano, as perguntas foram refeitas, em entrevistas exclusivas. "Uma religião específica, a senhora não tem?", questionou a revista "Época" em fevereiro. "Não, mas respeito".

Quando questionada sobre seu credo, declarou acreditar numa força superior: "Não sei se é o seu Deus, mas acredito numa força maior que a gente", disse à "Época".

Veja no infográfico da Folha de São Paulo o vaivém das declarações de Dilma, a respeito da sua fé.
 
 
 


sábado, 1 de setembro de 2012

Igreja Mundial vende “Fronha dos Sonhos” por R$ 91

Na TV, o líder Valdemiro Santiago oferece o objeto em troca da realização dos sonhos, da cura e da libertação.


 
 
Depois das toalhas “Se Tu Uma Benção” e das meias, a Igreja Mundial do Poder de Deus está vendendo a “Fronha dos Sonhos” para que os fiéis coloquem nos travesseiros de pessoas que estejam com problemas.
Na TV o apóstolo Valdemiro Santiago oferece o artigo que custa R$ 91 cada um. “Você vai vestir o travesseiro do drogado, do alcoólatra, do enfermo, do desempregado ou o seu”, diz ele prometendo milagres até mesmo para aqueles não conseguem dormir pensando nos problemas.
O valor da “Fronha dos Sonhos” teria dois significados, segundo o apóstolo Santiago, o primeiro deles seria uma referência ao Salmo 91, famoso por falar de proteção contra o mal. O segundo motivo é que os R$ 91 também significam as 91 colunas da nova Cidade Mundial que foi inaugurada nas últimas semanas na cidade do Rio de Janeiro.
“Qual é o seu maior sonho?”, questiona o líder religioso que oferece o produto para quem quer honrar a “obra de Deus com uma oferta simbólica” que fará com que os sonhos sejam realizados.
“Eu já sonhei muito na vida e meus sonhos se tornaram realidade e a cada dia os meus sonhos estão se tornando realidade e os seus também serão assim”, garante o líder.
Na fronha há o símbolo da IMPD e ainda a inscrição “Minha fé pelo meu maior sonho”, abaixo ainda encontramos os dizeres “Cidade Mundial”.

“Histórias sobre os Illuminati e conspirações são obras de ficção”, afirma bispo

 
McAlister alerta a Igreja que o que realmente importa é estudar as Escrituras e fazer a diferença na Terra.
 



Em um texto bastante elogiado pelos leitores, o bispo Walter McAlister fala sobre o papel da igreja diante do caos instaurado no mundo e faz um apanhado geral sobre grandes problemas sociais, políticos e econômicos que o mundo enfrenta.
Porém ele descarta as diversas teorias sobre conspirações contra a humanidade e até mesmo sobre as histórias a respeito dos Illuminati. “Histórias dessa linha, as que falam de conspirações, cartéis, Illuminati, barões em castelos tramando contra a humanidade… são obras de ficção. Bobagem! O mundo está um caos, isso sim. Está tudo uma grande bagunça”, escreve.
O líder da Igreja Cristã Nova Vida não descarta a ação do diabo, mas não acredita em grandes organizações poderosas que comandam as doenças e tudo de ruim que acontece no mundo.
“Claro que existe um diabo que quer matar e destruir, mas isso não acontece em larga escala. No máximo ele quer que eu traia a minha esposa ou que eu perca os meus filhos para uma vida de pecado. O resto foi inventado para servir de roteiro em Hollywood. Sim, podemos pensar tudo isso”.
O objetivo do texto não é falar contra essas teorias, mas para falar sobre o comportamento da Igreja que como ele cita está “enamorada pelo mundo”. A Bíblia diz que os dias são maus e os cristãos não podem se entreter com as coisas boas que esse mundo oferece, esquecendo de buscar a Deus.
“Os dias são maus? Você realmente acredita nisto? Ah, meu caro, minha cara, como são! Não estamos em festa. A realidade é outra. Os bárbaros põem a mesa com sangue humano. Devoram os fracos. Agregam poder. E a Igreja? Embriagada pelo “vinho” desta geração, anda dissoluta, perdida, e sua fé é inoperante e infrutífera. Os anjos choram. As trevas avançam. Quem levantará os olhos para o único que pode nos salvar? Quantos vão parar e começar a pensar, orar e estudar as Escrituras? Quem se habilita a ser luz entre as trevas?”.
Leia o texto na íntegra:
“Todos nós sabemos que desde os tempos antigos existiram imperadores, muitos dos quais foram homens tomados de uma ambição desumana que extrapolou toda e qualquer sensibilidade ou compaixão. Vivendo e sendo guiados pela ânsia nua e crua de poder, esmagaram os povos que se opuseram a eles: Alexandre, o Grande; os Césares; Gengis Khan; Napoleão. E até aqueles que, sem ser imperadores, agiram como tal, a exemplo de Adolf Hitler. Esses estadistas ceifaram a vida de multidões como grama para alcançar seus objetivos de poder, em grande parte insanos. A gana por ter nas suas mãos o destino dos povos assegurou a muitos deles um lugar de infâmia na História do mundo.
Ambição é uma constante humana. Em todos os tempos, e em todos os níveis, houve quem quisesse agregar para si poder sobre os outros. Esse poder confere a quem o detém quase que o status de semideus, pois projeta o sentimento do ambicioso para além da condição de mero mortal.
Mas o tempo de ditadores já passou, claro. Vivemos num planeta mais civilizado. Bem… será? Será que não sobrou quem queira dominar o mundo? Será que esse impulso satânico deixou de existir? Afinal, será que todos já aprenderam que querer domínio global é uma ambição fadada ao fracasso e à destruição? Claro que homens da laia de Hitler são coisa do passado! Claro que não existem mais figuras como essas! Na realidade, infelizmente não é bem assim. Sabemos que há líderes tribais na África que sequestram crianças, forçando-as a se tornarem assassinas – até da sua própria família. De metralhadoras nas mãos, e com apenas 11 ou 12 anos de idade, são transformadas em monstros. Liderando essas milícias há homens desprovidos de qualquer noção de humanidade. Não só na África, mas entre as FARC e, por que não dizer, nas favelas dos centros urbanos da nossa própria nação.
Sabemos mais: há companhias que produzem alimentos que sabidamente contêm elementos cancerígenos. Coincidentemente (ou não?), são as mesmas companhias que fabricam os medicamentos que tratam os cânceres que esses aditivos provocam. “Mas isso é loucura!”, poderíamos pensar. “É fruto de um devaneio doentio. Imagine se alguém seria tão cruel e desumano ao ponto de causar doenças só para aumentar a sua fortuna pessoal. Não! Pessoas assim não existem”.
Histórias dessa linha, as que falam de conspirações, cartéis, Illuminati, barões em castelos tramando contra a humanidade… são obras de ficção. Bobagem! O mundo está um caos, isso sim. Está tudo uma grande bagunça. Claro que existe um diabo que quer matar e destruir, mas isso não acontece em larga escala. No máximo ele quer que eu traia a minha esposa ou que eu perca os meus filhos para uma vida de pecado. O resto foi inventado para servir de roteiro em Hollywood. Sim, podemos pensar tudo isso.
Todavia, revoluções criadas pelo mercado do petróleo, experiências com novos remédios em vilarejos inteiros na África, cartéis de tráfico de diamantes que escravizam populações, crédito bancário que mantém os trabalhadores deste mundo num estado perpétuo de escravidão, seres humanos mantidos em regime escravo, tráfico de drogas, safras transgênicas, conspirações de revolução social mundial… essas coisas existem. Por trás de cada uma delas há pessoas que tomam decisões. Que têm noção do que estão fazendo. Há gananciosos que não enxergam o custo em vidas humanas como algo que importa. O seu interesse é tão cruel como o de um Hitler ou um Gengis Khan. Não usam espadas para esquartejar as suas vítimas. Usam computadores. Números. Marqueteiros e fundações. Mas seus métodos são tão cruéis como. Só que os tais não aparecem. Pois temos sido doutrinados a aceitar tudo isso como absolutamente “normal”.
Assisti ao filme Super Size Me – A dieta do palhaço, sobre um homem que decidiu viver por trinta dias alimentando-se apenas de fast food. De manhã, à tarde e à noite, ele consumiu apenas os hambúrgueres, as batatas fritas e os refrigerantes de uma conhecida cadeia internacional de lanchonetes. O filme mostra que ele quase morreu. Provou que fast food é veneno. Só que, em vez de causar uma debandada geral deste hábito tão “normal”, o filme virou cult – algo para ser visto por excêntricos que acreditam nessas “bobagens” de conspiração. Afinal, ninguém nos prejudicaria e, certamente, o governo não permitiria que nos fizessem mal assim, não é? O pior que os nossos governantes fazem é roubar um pouco do nosso dinheiro. Jamais nos fariam mal. Será?
Porque… e se for verdade? Que sentido tem a vida? O que estamos fazendo aqui? Qual é o papel da Igreja face a todo esse mal sistêmico? Vamos mudar o mundo? Empunhar cartazes? Defender uma alimentação macrobiótica? Deixar de consumir comida industrializada? Mudar para o campo e sobreviver comendo broto de feijão e tecendo a nossa própria roupa?
Certamente o caminho não é esse. Mas a verdade é que a Igreja vive enamorada pelo mundo. Curtimos ver dois brutamontes entrarem numa jaula (no eufemismo, o “octógono”) e se surrarem até que um caia ensanguentado e semiconsciente. “É esporte”, defendem os adeptos. Consumimos a crédito hipotecando nossos futuros e fazendo com que nossa força vital seja sugada por bancos. Escravos do sistema, nos fazemos amigos do mundo. O próprio “evangelho” tem se oferecido a serviço deste mundo. Com promessas de prosperidade e alegria, vivemos numa “festa da virada”. Afinal, Deus nos fez cabeça e não cauda. Vamos às compras. Vamos ao shopping. Vamos fazer um evangelismozinho de vez em quando, porque, afinal, “Jesus merece”. Mas não sejamos radicais. Pega leve. Deus nos criou para gozar das coisas boas da vida.
E, como a grama, nossa saúde, nosso futuro, nossa mente, tudo é ceifado pelos que lucram às custas do mar da humanidade. Pior: há quem esteja servindo este mundo em nome de Deus. Sim, pois há os que, para saciar sua ânsia por poder, satisfazem os anseios do povo e oferecem a versão “gospel” de tudo o que o mundo já oferece na sua versão “ímpia”. Só que não importa o nome que damos a um copo de água poluída, aquilo continua a ser nocivo. Não importa o nome que damos à indústria de entretenimento, ainda assim consumirá nossa mente e nosso tempo.
Paulo disse: “Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.” (Ef 5.15-17)
Os dias são maus? Você realmente acredita nisto? Ah, meu caro, minha cara, como são! Não estamos em festa. A realidade é outra. Os bárbaros põem a mesa com sangue humano. Devoram os fracos. Agregam poder. E a Igreja? Embriagada pelo “vinho” desta geração, anda dissoluta, perdida, e sua fé é inoperante e infrutífera. Os anjos choram. As trevas avançam. Quem levantará os olhos para o único que pode nos salvar? Quantos vão parar e começar a pensar, orar e estudar as Escrituras? Quem se habilita a ser luz entre as trevas?
Na paz,

“Cheirar a Bíblia foi a menor das loucuras que fiz”, conta Pastor Lucinho

Ao contar sobre a atitude que tomou na foto que repercutiu na internet ele listou outras “loucuras” que fez pela Palavra de Deus

             

O pastor Lucinho Barreto gravou um vídeo para falar sobre a polêmica que uma foto sua cheirando a Bíblia gerou nas redes sociais. Ele que sempre pregou aos jovens para que sejam loucos por Jesus posou como se o Livro Sagrado fosse uma droga.
No vídeo ele relata sua experiência de vida e como se entregou para Jesus e desde então já fez diversas loucuras pela Palavra de Deus, incluindo comer a Sagradas Escrituras.
“Aquela foto, aquele cheiro, foi a menor loucura que já eu já fiz pela minha Bíblia”, disse. A Bíblia que ele comeu foi feita com papel vegetal comestível por uma amiga do pastor que hoje é líder dos jovens da Igreja Batista da Lagoinha.
Outra grande loucura que ele conta que fez pela Bíblia foi ler todos os livros durante três dias ininterruptos com um grupo de jovens. O pastor Lucinho lista então diversos programas que fez pela Palavra de Deus, ficando um mês inteiro carregando o Livro para todos os lugares.
“Aquela foto é a minha menor loucura pela Bíblia e muita gente está surpreso, dizendo ‘ai, você fez uma coisa errada com o Livro Sagrado’”, diz. O pastor então listou quatro coisas que de fato desrespeitam a Palavra de Deus, incluindo não praticá-la e não divulgá-la.
“Por fim eu quero te dizer porque eu cheirei a minha Bíblia: eu cheirei a minha Bíblia porque a gente cheira tudo o que ama”.